| Bolsa: |
| Depois de oscilar durante toda a manhã da sexta-feira (9/11), a Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o pregão com valorização de 1,19%, a 64.320 pontos, e volume financeiro de R$ 10,750 bilhões.
Com movimento intenso de negociação das ações impulsionado principalmente pelo bom desempenho dos papéis da Petrobras, cujas ações preferenciais subiram 0,06%, cotadas a R$ 80,25, e as ordinárias a 1,17%, cotadas a R$ 94,40.
No cenário internacional, a sexta-feira começou com a divulgação pelo Departamento de Comércio de que o déficit da balança comercial dos Estados Unidos diminuiu inesperadamente em setembro, para o menor patamar em mais de dois anos.
As ações de maior volume financeiro negociado foram as preferenciais da Petrobrás, com R$ 2,723 bilhões, seguidas pelas ordinárias da Bovespa Holding, com R$ 911,166 milhões, e pelas preferenciais da Vale do Rio Doce, com R$ 826, 921 milhões.
Em Wall Street, as bolsas operaram em forte queda. O índice Dow Jones perdeu 1,69%, aos 13.042,74 pontos, e o Nasdaq Composto teve retração de 3,41%, com 2.034,30 pontos. O S&P 500 caiu 1,42% em 1.453,70 pontos. |
| Dólar: |
| No mercado de câmbio, o dólar à vista subiu 0,17% cotado a R$ 1,7460 e o dólar futuro, com vencimento em dezembro, avançava 0,14% a R$ 1,750. |
| Juros: |
| Os contratos DI projetavam taxa de 11,82% para janeiro de 2010, queda sobre o fechamento de ontem, a 11,93%, enquanto o contrato de janeiro de 2009 estava cotado em 11,52%, depreciação sobre o fechamento de quinta-feira, a 11,59%. A taxa Selic está em 11,25% ao ano. |