| Bolsa: |
| Faltavam dez minutos para o fechamento do pregão quando o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que operou em queda durante toda a quarta-feira, inverteu a tendência e encerrou o pregão em alta de 0,96%, a 62.673 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 6,350 bilhões.
Os papéis das blue chips Petrobras e Vale movimentaram a maior parte do volume negociado no pregão. Apenas as ações preferenciais da estatal (PETR4) giraram R$ 1,008 bilhão, com alta de 1,88%, cotadas a R$ 84,92. Já os papéis preferenciais e ordinários da Vale (VALE5 e VALE3) movimentaram R$ 647,273 milhões e R$ 300,675 milhões, respectivamente.
A Associação dos Bancos Hipotecários (MBA) informou que os pedidos de hipotecas nos Estados Unidos dispararam na semana passada, depois de atingir o menor nível em mais de quatro anos no final de dezembro. O índice saltou 32,2%
na semana encerrada em 4 de janeiro, de 533,9 para 706,0.
No último pregão, Wall Street terminou em alta, em função da perspectiva de novo corte de juro nos Estados Unidos. O banco de investimentos Goldman Sachs
afirmou que espera uma recessão da economia norte-americana este ano, o que levará o Federal Reserve a cortar drasticamente a taxa de juros para 2,5% até o terceiro trimestre. Em relatório a clientes, o Goldman previu que o Produto Interno Bruto (PIB) deve cair 1%, em dados anualizados, no segundo e também no terceiro trimestres. Para 2008 como um todo, a instituição projeta crescimento
de 0,8%. Já a taxa de desemprego subirá dos atuais 5% para 6,5% em 2009. A fraqueza da economia, segundo o Goldman Sachs, forçará o Fed a reduzir o juro em 1,75 ponto percentual, dos atuais 4,25% para 2,5% ao ano.
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| Dólar: |
| No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7770, valorização de 0,45%. O dólar futuro com vencimento em fevereiro fechou em alta de 0,14%, a
R$ 1,7750, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Em mais um leilão de compra de moeda norte-americana pelo Banco Central, a taxa de corte ficou em R$ 1,7735.
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| Juros: |
| Os contratos DI projetavam taxa de 12,82% em janeiro de 2012, declínio em relação ao fechamento de terça-feira, 12,77%. O contrato com vencimento em janeiro de 2010 fechou em 12,76%, acima do fechamento de terça-feira, 12,73%. A taxa básica de juros (Selic) está em 11,25% ao ano. |